CURITIBA, 03 DE JUNHO DE 2015.

EXERCÍCIO INICIAL DE AQUECIMENTO: CENTRAMENTO E ATERRAMENTO.
1.       Com a cabeça, sim-sim, não-não.
2.       Olhar para a direita, esquerda (pescoço);
3.       Abertura do tórax (ombros).
4.       Alongamento dos braços: pianinho com os dedos das mãos.
5.       Do topo da cabeça, enrolando até o umbigo. Volta.
6.       Pélvis, para um lado, depois para o outro lado.
7.       Equilíbrio (perna): abre, cruza a frente e cruza atrás.
8.       Pés e tornozelo: fora e dentro, massageando.
9.       Pés: arco externo, centro, arco interno, centro.
10.   Pêndulo: rodando para um lado e depois para o outro lado. Segurando o abdômen, mantendo o alinhamento.

EXERCÍCIO 2 : DESCENDO O CORPO EM OITO TEMPOS. 
Depois, as mãozinhas em oito tempos, pára em 8. Ergue o braço direito, em cima em oito. Fica em oito. Ergue o braço esquerdo, em oito.  Caminha os pés em oito. Desenrola, em oito tempos.

EXERCÍCIO 3: CAMINHANDO. 
Andando e passando entre duas pessoas. Acelerando, esquivando, desacelerando.

EXERCÍCIO INDIVIDUAL:
Pisoteando,rolando,puxando, deslizando, pisando. Nos três planos, mesa, porta. Vários  níveis. Ao final  8 tempos, registrando as sensações, percepção.

EXERCÍCIO EM DUPLA:
1.       Pisoteando, rolando, puxando, deslizando, pisando.

2.       Quem é o proponente?
3.       Sugerir mais do que conduzir.
4.       Procurar não ficar no mesmo nível, nível alto, médio e baixo.
5.       A possibilidade de explorar sutilezas.
6.       Compartilhamento de peso com o colega.
7.       Trocando de colega.
8.       Deslocamento no espaço até encontrar outro colega.
9.       Oito tempos para percepção,

EXERCÍCIO BILL POINT, GRUPO DE 7, CADA UM EM UMA RAIA
1.       Idas e voltas, com caminhadas, frequência.
2.       Abrir a escuta corporal.
3.       Frente e costas, menos lateral.
4.       Precisão nas respostas.
5.       Pausas.

COMENTÁRIO:

A OBSERVAÇÃO é fundamental na prática e desenvolvimento de qualquer atividade. A repetição é outro quesito fundamental para o aprimoramento do exercício, para a memória da partitura corporal, e para a criação de outras formas.

O individual e o coletivo não se excluem. Para realizarmos uma atividade individual, precisamos respeitar a diferença, e o espaço nosso em relação a outrem. Assim como precisamos na atividade em conjunto, nos comunicar fisicamente, a partir do corpo e não da fala, estabelecer essa comunicação com o outro, mantendo nosso foco no exercício e na contiguidade da atividade. Só assim amadurecemos e nos desenvolvemos dentro deste processo. Juntando o acabamento teórico e processual, conseguimos então dar forma ao personagem.

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