PRINCÍPIOS DE MOVIMENTO PARA DANÇA
CURITIBA, 18 DE MARÇO DE 2015.
Nesta aula do professor Júlio Mota, fizemos exercícios com uma cadeira. A relação do corpo com este objeto. Ora o pé, ora a mão, ou partes do corpo que se relacionam com o objeto em questão.
Com a cadeira não senti muito entusiasmo. A cadeira é um objeto que uso muito pouco em meu dia a dia.
Depois, fizemos exercícios em duplas, cada um usando o corpo do companheiro como objeto. Senti muita tranquilidade nos movimentos, o meu corpo em contato com o corpo do outro, bastante energia, sensações positivas, e sensações novas, intuitivas.
Comentamos os exercícios entre nós, cada um dando o seu depoimento, aquilo que percebeu, observou....
Observo que os movimentos que efetuamos cotidianamente, são uma série de movimentos quase reflexos, inconscientes dado a repetitividade deles ao longo da vida. Mas a consciência do corpo, do nosso corpo precisa que façamos cada movimento observando o que ele nos causa, porque executamos desta ou daquela forma, qual é a parte do corpo, o tipo de interação, as sensações e sentimentos que nos causam...
Cada parte do nosso corpo pode executar movimentos em várias direções.... se ordenar e relacionar com os objetos de outra forma, criativamente.... Outros espaços, outras formas de natureza....
Assim como nos disciplinamos durante a vida para uma rotina que nos tolhe a espontaneidade.... Precisamos aprender a nos libertar destes laços imaginários, libertar nosso corpo, reconhecendo outras possibilidades...
A espontaneidade é uma qualidade que perdemos ao longo da vida.... Essa blindagem defensiva que a realidade nos obriga a adquirir, precisar aos poucos ser desconstruída.... na medida em que observamos o que nos tolhe o movimento. Paulatinamente dando lugar a experiências novas....
O corpo não nos pertence, o corpo é algo que está sempre ao lado.... Observamos nosso corpo, exploramos nosso corpo em sua potencialidade e criatividade, mas não nos pertence e sempre está acolá...
O desconhecimento desse corpo e o rechaço em relação a suas manifestações, causa ao ser humano uma série de dissabores: doenças, sintomas, stress, fadiga, tristeza, melancolia, depressão, etc e tal....
Cuidar do corpo, prestar atenção a este corpo, nos aproxima dos outros também, na medida em que respeitamos as diferenças, reconheçamos que em determinado momento o nosso corpo compartilha do mesmo espaço de outro corpo....
Nesta aula do professor Júlio Mota, fizemos exercícios com uma cadeira. A relação do corpo com este objeto. Ora o pé, ora a mão, ou partes do corpo que se relacionam com o objeto em questão.
Com a cadeira não senti muito entusiasmo. A cadeira é um objeto que uso muito pouco em meu dia a dia.
Depois, fizemos exercícios em duplas, cada um usando o corpo do companheiro como objeto. Senti muita tranquilidade nos movimentos, o meu corpo em contato com o corpo do outro, bastante energia, sensações positivas, e sensações novas, intuitivas.
Comentamos os exercícios entre nós, cada um dando o seu depoimento, aquilo que percebeu, observou....
Observo que os movimentos que efetuamos cotidianamente, são uma série de movimentos quase reflexos, inconscientes dado a repetitividade deles ao longo da vida. Mas a consciência do corpo, do nosso corpo precisa que façamos cada movimento observando o que ele nos causa, porque executamos desta ou daquela forma, qual é a parte do corpo, o tipo de interação, as sensações e sentimentos que nos causam...
Cada parte do nosso corpo pode executar movimentos em várias direções.... se ordenar e relacionar com os objetos de outra forma, criativamente.... Outros espaços, outras formas de natureza....
Assim como nos disciplinamos durante a vida para uma rotina que nos tolhe a espontaneidade.... Precisamos aprender a nos libertar destes laços imaginários, libertar nosso corpo, reconhecendo outras possibilidades...
A espontaneidade é uma qualidade que perdemos ao longo da vida.... Essa blindagem defensiva que a realidade nos obriga a adquirir, precisar aos poucos ser desconstruída.... na medida em que observamos o que nos tolhe o movimento. Paulatinamente dando lugar a experiências novas....
O corpo não nos pertence, o corpo é algo que está sempre ao lado.... Observamos nosso corpo, exploramos nosso corpo em sua potencialidade e criatividade, mas não nos pertence e sempre está acolá...
O desconhecimento desse corpo e o rechaço em relação a suas manifestações, causa ao ser humano uma série de dissabores: doenças, sintomas, stress, fadiga, tristeza, melancolia, depressão, etc e tal....
Cuidar do corpo, prestar atenção a este corpo, nos aproxima dos outros também, na medida em que respeitamos as diferenças, reconheçamos que em determinado momento o nosso corpo compartilha do mesmo espaço de outro corpo....
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